Laís Baroni
Laís Baroni em seu espaço de trabalho clínico
Supervisão clínica

Alguns casos não pedem uma resposta rápida. Pedem um olhar clínico mais aprofundado

A supervisão clínica é um espaço para pensar casos, ampliar hipóteses, discutir intervenções e compreender os impasses que surgem ao longo da prática profissional.

Um trabalho construído a partir da experiência clínica, do conhecimento teórico e das particularidades de cada caso, com o objetivo de desenvolver autonomia e raciocínio clínico do terapeuta, não apenas escolher técnicas para uma sessão.

Laís Baroni | Psicóloga e Neuropsicóloga | Atuação clínica desde 2009TCC • Terapia do Esquema • ACT • Psicopatologia • NeuropsicologiaPesquisa de Mestrado em Psicologia — IPq-USP

Para quem é a supervisão?

Você não precisa estar “sem saber o que fazer” para levar um caso à supervisão

A supervisão pode fazer sentido tanto diante de um caso que trouxe dúvidas ou impasses quanto para profissionais que desejam aprofundar o raciocínio clínico e desenvolver sua prática.

É um espaço para sair do automático e olhar com mais cuidado para aquilo que está acontecendo no processo terapêutico.

O que pode ser trabalhado na supervisão?

Às vezes, a dificuldade não está em conhecer a teoria. Está em saber o que fazer com ela diante daquela pessoa

A supervisão pode envolver:

  • Formulação de caso e raciocínio clínico
  • Raciocínio transdiagnóstico e psicopatologia
  • Relação terapêutica e respostas do terapeuta
  • Manejo de impasses e tomada de decisão clínica
  • Articulação entre teoria e prática
  • Desenvolvimento de autonomia profissional

A supervisão ajuda o profissional a ampliar sua compreensão dos casos, desenvolver raciocínio clínico e caminhar em direção à autonomia profissional. O trabalho envolve formular e revisar hipóteses, reconhecer fatores que mantêm as dificuldades, compreender impasses e escolher intervenções coerentes com o caso e o momento do processo terapêutico.

Em algumas situações, o impasse não está na falta de uma técnica, mas na forma como o caso está sendo compreendido. Quando pertinente, a supervisão também pode considerar a relação terapêutica e as respostas do próprio terapeuta como informações preciosas à análise do caso.

Da teoria para o caso real

Porque nenhum paciente chega à sessão exatamente como aparece nos livros

Conhecer conceitos e técnicas é fundamental. Mas a clínica exige integrar conhecimento, história, contexto, vínculo e aquilo que acontece ao longo do processo.

Na supervisão, teoria e prática se encontram para ajudar o profissional a organizar o raciocínio clínico e compreender melhor as decisões envolvidas na condução do caso.

Qual é o olhar que orienta a supervisão?

Compreender o sintoma é importante. Compreender a pessoa que apresenta esse sintoma é ainda mais

Minha trajetória clínica reúne referências da Terapia Cognitivo-Comportamental, Terapia do Esquema, ACT, Psicopatologia e Neuropsicologia, respeitando a natureza de cada formação.

Esse repertório contribui para uma discussão que não olha apenas para sintomas ou técnicas isoladas, mas também para padrões, funcionamento, história e contexto do paciente.

Quem vai conduzir a supervisão?

Experiência clínica não elimina as perguntas. Ela muda a qualidade das perguntas que fazemos diante de um caso.

Sou Laís Baroni, psicóloga e neuropsicóloga, com atuação profissional e clínica desde 2009.

Atuo como professora e supervisora no curso de Neuropsicologia do CETCC; como supervisora clínica no INESP e no IPq-USP; e realizei supervisão de psicólogos clínicos angolanos em programa intensivo de formação na Beneficência Portuguesa.

Minha formação inclui TCC, Terapia do Esquema, ACT, Psicopatologia e Neuropsicologia. Ao longo da trajetória, a experiência clínica e acadêmica foi construindo um olhar que busca integrar teoria, raciocínio clínico e singularidade de cada caso.

Atuação clínica desde 2009 • TCC • Terapia do Esquema • ACT • Psicopatologia • Neuropsicologia

Como funciona?

Um espaço para levar casos reais e pensar a clínica com profundidade

Os encontros são direcionados às questões apresentadas pelo profissional e aos casos que deseja discutir.

A supervisão pode envolver compreensão do caso, dúvidas sobre condução, formulação de hipóteses e discussão de estratégias e intervenções, com foco no desenvolvimento do raciocínio clínico, não apenas em respostas prontas sobre a próxima sessão.

Entre em contato para informações sobre formato e disponibilidade.

Dúvidas frequentes

Preciso ter muita experiência clínica para fazer supervisão?+

Não necessariamente. Profissionais em diferentes momentos da trajetória podem buscar supervisão para desenvolver o raciocínio clínico e discutir casos.

Posso levar um caso específico?+

Sim. A discussão de casos e dos impasses que aparecem na prática faz parte da proposta da supervisão.

Contato

Quando um caso faz você pensar mais, ele também pode fazer sua clínica crescer

Se você deseja discutir casos e aprofundar seu raciocínio clínico, entre em contato para receber informações sobre a supervisão.